Um time especial (A Mile In His Shoes-Baseado no livro “ The legend of Mickey Tussler)

Direção: William Dear

Ano: 2011

Tudo começa com a cobrança do diretor do “River Rats”,Warren, quanto aos resultados da Liga Juvenil de Beisebol localizada em Ohio (EUA). Mesmo com todos os esforços, o técnico Arthur Murph, diz que não pode fazer além, a não ser que pudesse jogar por eles.

Warren, ansioso por resultados, dá uma semana de folga a Murphy, e lhe indica um jovem que seria um aspirante a jogador, que mora em uma propriedade rural em Bargesville (estado de Indiana,EUA). Esse jovem se chama Michael James Tusller (Mike).

Murph, ao chegar ao local, faz de conta que seu carro quebrou. É quando encontra Mike e lhe pede para usar o telefone. O rapaz convida-o a entrar em casa,mas o pai mostra-se arredio e com uma cara de poucos amigos demonstrando que a família não costuma receber visitas. Ele chama a esposa que é mais sociável e esta lhe convida a entrar para fazer a ligação. O técnico finge estar impressionado com a habilidade dos braços do jovem ao vê-lo lançar as maçãs aos porcos para alimentá-los, e parabeniza o pai: “Seu filho é um cara especial”.

O pai já na defensiva responde que ele tem “Síndrome de Aspenger”. Porém o técnico ao dizer que Mike é especial não se referiu a esta síndrome, mas sim à grande habilidade com os braços, típico que quem joga beisebol, e o convida a ser jogador profissional dos “Rats”. O rapaz gosta da ideia e a mãe aprova, mas o pai contra-argumenta que Mike nunca saiu de casa, e por isso, não seria bom.

O filme nos permite várias discussões como inclusão, mas a que trago a vocês, é a questão da superação dos limites por meios dos jogos, do esporte. Como discutimos na disciplina “EP 473 B- Escola e Cultura Matemática”, os jogos são importantes, além de serem uma boa ferramenta de ensino da Matemática, para além dos exercícios de livros didáticos, pois permite a experimentação da matemática. 

Um pensamento sobre “Um time especial (A Mile In His Shoes-Baseado no livro “ The legend of Mickey Tussler)

  1. Parece um filme bastante interessante! É muito bonito ver que as pessoas conseguem ver além de qualquer dificuldade de uma pessoa…Digo isso porque acho que todos nós temos dificuldades, problemas…uns que a vida nos trás e outros vindo da nossa própria saúde! É óbvio que há uma diferença…Mas, acredito que, nós futuros pedagogos, devemos compreendê-los como comuns, como detalhes que prevê novas ações, mudança no projeto, mas NUNCA como um empecilho, como algo impossível de ser superado, de ser transformado! A questão da Inclusão é algo bastante polêmico, principalmente, dentro das condições atuais da educação pública brasileira. Por mais que já tenha debatido isso outras vezes…ainda não consegui formar uma opinião frente a essas questões…Vou ver o filme pra ver se surge alguma reflexão que me faça avançar nesse debate! Valeu a dica meninas…

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